De todos os anos que vivi, você foi de longe o mais desprezível.
Por um momento, cheguei a imaginar que eu ia passar e você não. Mas, por influência divina (eu acho), aqui estou eu vivinha e aí está você: morto e, espero, enterrado o mais longe possível das minhas lembranças.
Então, como é o primeiro dia de 2012, só o que me resta é te dizer: Adeus. Não foi nada bom te conhecer e foda-se você e tudo o que eu sofri durante sua estadia na minha alma. Já vai tarde. Aliás, mais tarde do que eu esperava.
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